Eu tenho uma namorada

Como Conseguir uma Namorada. Você pode até achar que conseguir uma namorada é uma tarefa hercúlea, mas não é bem assim! Não desista. Comece por conhecer mais garotas em grupos de estudos, eventos e por meio de seus amigos. Em seguida, seja... Definição de Eu tenho uma namorada no Dicionário Português Online. Significado de Eu tenho uma namorada tradução Eu tenho uma namorada. Traduções de Eu tenho uma namorada. O que é casa Eu tenho uma namorada sinônimos. Informações sobre Eu tenho uma namorada no dicionário e enciclopédia gratuitos em inglês. Eu tenho uma namorada. Eu nunca havia me sentindo completo até conhecer você, minha linda namorada. Hoje, olho para nós de mãos dadas e nem acredito na sorte que eu tenho. Você é muito melhor do que eu poderia imaginar e nem tenho palavras para descrever tudo que significa para mim. Você é a razão do meu sorriso e eu me sinto muito melhor quando estou com você. Tudo que quero é estar ao seu lado, porque ... Eu tenho a sorte de ter em minha vida uma pessoa iluminada. Você é o meu sol, quando o dia amanhece nublado, é o meu verão quando o inverno insiste em ficar. Você é uma flor tão linda, que todos os beija-flores querem beijar. E tem tanto mel que todas as abelhas lhe querem tocar. Você me faz querer sussurrar as palavras mais doces, e depois transformá-las em canção de ninar. Com ... Namorada de Zé Felipe sobre lipo LAD: ‘Tenho meu dinheiro’ ... O que vou fazer é que eu tenho uma gordurinha localizada aqui nas costas que, quando eu fiz a lipo, ela não saiu totalmente ... Eu tenho uma namorada no quarto. Minha namorada existe no quarto em que a gente dorme, onde nos nós amamos, onde nos beijamos, onde nos declaramos, onde dormimos juntas, onde não há ninguém para nós separarmos, onde ela não tem vergonha de mim, onde ela me ama incondicionalmente… Quanto tempo faz que eu estou sozinho Sem uma namorada, uma namorada O meu coração está sofrendo Porque eu não tenho; uma namorada. A noite eu fico na solidão Vendo televisão, tocando violão Vejo os casais namorando, na novela Ai que vontade, de ter uma namorada Ai que vontade de ter uma namorada. Tenho muitos carinhos, pra lhe dar Sair abraaçado e lhe beijar Seu rostinho lindo olhar ...

Estou morrendo de ciumes do meu melhor amigo virtual

2020.10.01 21:40 niro29832 Estou morrendo de ciumes do meu melhor amigo virtual

Antes de tudo tenho que dizer que sou indeciso sexualmente, ainda não sei se gosto de meninos ou de meninas. Pois bem, eu tenho esse amigo virtual, passo o dia inteiro conversando com ele, ele sabe tudo da minha vida, já mandei fotos da minha casa da minha escola meu nome completo etc. mandei tudo isso porque queria criar intimidade, mas ele nunca me revelou nada sobre a vida dele, eu não sei nem o nome verdadeiro dele, só sei que ele mora muito longe ( tipo do outro lado do país ).
Mas eu gosto muito dele, eu não sei, acho que estou apaixonado por ele ( como disse eu estou indeciso ), enfim, tudo ia bem até um dia ele me falar que arrumou uma namorada.
Eu não sei o que faço mais porque ele não me dá mais a mesma atenção que antes e agora me trata mal e fica me humilhando, mas ainda assim eu não consigo parar de ficar chamando ele no privado e insisto em puxar assunto com ele, eu bloqueio ele por algumas horas ou alguns dias mas logo fico com saudade e mudo de ideia e tento puxar assunto de novo.
E pra piorar a situação ele tem 20 anos e a namorada é menor de idade, eu já quis denunciar ele por namorar menor de idade, eu acho que prefiro ver ele na cadeia do que nessa situação em que ele não me dá mais amor na mesma intensidade e me trata mal e pisa em mim. Não tenho certeza se o namoro dele dá cadeia ( quem conhecer os artigos do Código Penal por favor me ajudar ) mas eu quero muito ver ele preso porque quero me vingar desses sentimentos ruins que ele causou em mim.
Enfim, não sei mais o que fazer, eu acho que estou obsecado por ele e não estou sendo correspondido. Não sei se tenho mais razões pra continuar vivendo.
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2020.10.01 16:18 AlwaysHope22 Como me deixei levar por opiniões políticas malucas no Ensino Médio

Tenho 20 anos atualmente e é, cheguei a conclusão q me envolvi com gente maluca e que sou extremamente patético.
Quando entrei no ensino médio (com técnico em eletrônica), eu tinha tido experiência traumáticas no fundamental (q prefiro n falar aq) e meu pai estava desempregado com o começo da crise lá em 2014. Sempre fui daqueles jovens mais retraídos, n gostava mt de conversar e vivia no mundo da lua. Quando comecei o ensino médio, no entanto, eu tava tendo bastante dificuldade em fazer amizades, até eu me encaixar em um grupo de um pessoal q gostava de jogos (q era o meu gosto), mas além disso, política. Passou um tempo, e todos eles passaram a se chamar "libertário". Me explicavam q coisas como o salário mínimo e direitos trabalhistas eram ruim pq ai o cara contrata só 1 pessoa ao invés de 2 ou 3 pra fazer um trabalho e isso gera desemprego, ou q coisas como machismo, racismo e homofobia deveriam ser combatidas mas no fim era questão de opinião (mas em todo o círculo consideravelmente grande de mais de 10 pessoas, a única minoria q existia ali era um negro - e n ajuda o fato do curso ser majoritariamente masculino), ou que a liberdade deve ser absoluta. Enfim, como eu n gostava o suficiente de política, nem fiz questão de procurar mais a fundo.
Deu uns anos e eu comecei a me sentir, diariamente, extremamente melancólico por nunca ter conseguido me envolver amorosamente com alguém (já havia me sentido assim no fundamental, tem a ver com o trauma q eu falei antes). Ai eu cheguei no fundo do posso, um dos meus amigos me apresentou o /r9k/ (4chan) e quando lia alguns relatos sobre a vida das pessoas ali eu me enxergava e caia num marasmo ainda maior, como se tudo tivesse perdido e nada mudaria (é tipo um desabafos, mas com todo tipo de incel). Nesse momento eu comecei a aprender sobre MGTOW e é, acho q vcs já sabem q caminho levou. A maioria lá em 2018 tava full confiante no Biroliro. Eu tinha certo receio, fui de Amoedo no primeiro turno, mas eles n gostavam dele pq achavam ele um "cuck". Ai no segundo, n teve jeito, sai da urna sabendo q tinha feito merda "pro pate n ganha". Enfim, me formei pouco tempo depois e reduzi bastante o contato com eles (mas ainda falava e falo as vezes).
Ano passado, por algum milagre divino, comecei a namorar uma garota durante a faculdade q se considera bi, e tem amigos LGBT. E foi cada relato q eu ouvia dela q me deixaram em choque, além de uma vez q a gente ajudou uma garota lésbica q havia sido expulsa de casa por isso. Acho q ali eu me toquei "cara, isso n pode ser questão de opinião cara". Também percebi q ela nunca foi com a cara deles, e ai comecei a entender o motivo. E agr, na pandemia, eu n sai de casa pra nada tirando ir fazer compras com minha namorada (a gente mora junto). E esse tempo afastado desses amigos me fizeram perceber com q tipo de gente q eu me envolvi. Até poucos dias atrás, um deles tava dizendo q era um gripezinha, outro q a amazônia tinha q torrar mesmo, outro q escola era lugar de doutrina. E ai, como n tinha mais nada pra fazer, resolvi, pela primeira vez, pesquisar mais a fundo sobre como funciona política (as aulas de humanas no meu ensino médio eram, no mínimo, beem fracas), pra chegar a conclusão q nem de direita eu sou.
E agora, chegamos no momento atual. Graças a deus n conheço ninguém pessoalmente q tenha pego covid (acho q isso mostra mais o quão limitado minha vida social é do q qualquer outra coisa) e meu pai está pra conseguir um emprego depois de todos esses anos. Mas mesmo assim, n impede eu de tar tendo "breakdowns" diários. Uma mistura de culpa por tudo q está acontecendo, com raiva de mim mesmo por ter me deixado levar assim. Minha namorada sugeriu q eu começasse a fazer terapia, mas n sei se agora é uma boa hora ou eu espero acabar a pandemia. Eu tbm n sei se deveria cortar relações com esses amigos, já q tenho várias lembranças boas com eles tbm, fora q penso q gente "do outro lado" n me aceitaria pelo q fiz de qualquer forma. Também já deixei de acessar o 4chan já faz mais de um ano, embora eu ainda entre em alguns sites de memes.
Acho q é isso. Se eu pudesse defender 2 ponto fortes agora, eleições ranqueadas e serviço de psicologia mais presente no ensino médio evitariam grande parte desse shitstorm todo. E se você q leu até aq é jovem, por favor, filtre bem o tipo de amizade e as opiniões deles. E por fim, fiquem em casa e usem máscara sempre - n q vcs precisem ouvir isso de um ser humano patético como eu, mas acho sempre importante lembrar.
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2020.10.01 08:06 dark_commander_162 Um pouco da minha história...

Olá pessoal, sou relativamente novo neste sub reddit e gostaria de compartilhar um pensamento com vocês.
Gostaria de escrever um pouco da minha história e ficaria muito grato que, caso alguém esteja passando pela mesma coisa que eu, me considerasse um amigo para conversar a qualquer hora.

Lá em 2016, não tinha o que reclamar da minha vida (e até hoje não posso). Era uma vida muito boa, trabalhava com música, tinha poucos amigos, mas amigos verdadeiros, tinha uma namorada que me amava, não passava necessidade de nada e ganhava o suficiente para me manter.
Em 2017, minha namorada faleceu por conta de uma pneumonia (até hoje me recuso a acreditar nisso) e de lá pra cá minha vida foi caindo aos poucos.
Ela trabalhava com música assim como eu e eu me recusava a acreditar que ela tinha partido. Eu não consegui mais trabalhar como antes, nada saia como antes e fui obrigado a me afastar por um tempo do trabalho.
Conforme os meses passavam, fui perdendo meus poucos amigos literalmente por não conseguir manter uma relação bacana com eles.
Em 2018 por mais doloroso que seja, eu tentei suicídio e por sorte eu estou aqui para escrever isso. Precisei ficar internado por alguns dias e todos me olhavam o dia inteiro para ter certeza que eu não faria nada.
Depois disso, eu precisei ir em um psiquiatra e ele me receitou Pondera e Carbolitium (tomo ambos até hoje). Eu sinceramente não gosto de antidepressivos... Eles só fizeram eu engordar e sentir sono o dia todo e realmente não consigo sentir eles funcionando (mesmo tomando uma dose alta), por mais que eu tente.
Daquele tempo pra cá, eu me sinto vitorioso ao falar que meus pensamentos suicidas sumiram, mas minto se falar que minha depressão foi embora.
Após uns meses eu comecei a namorar uma amiga bem próxima, namoro ela até hoje e sou bastante feliz com ela. Minha vida meio que se estabilizou (bem por alto) e não tenho motivos para reclamar.
Atualmente eu mesmo tendo família, namorada, estudos, sinto que vivo apenas por viver. Eu não vejo graça em viver e sinto que estou lutando uma batalha que no fim das contas, é uma batalha perdida.
Eu simplesmente sigo a maré e não dou a mínima para quase nada.
Alguns dias, se eu não comer meio forçado, fico sem comer o dia todo, se eu não dou um esforço pra levantar na cama, fico nela o dia todo...
E para piorar estou fazendo faculdade, então ainda tem as coisas pra estudar, trabalhos... Eu meio que virei um robô.
E agora pergunto para vocês: alguém ai, mesmo estando tudo bem, tudo em ordem, não sente mais vontade de viver? Não sente mais vontade de seguir em frente? Não digo isso pensando em suicídio, e sim mais naquela coisa de que, caso você tivesse a opção de ir embora ou continuar vivo, o que você faria?
Desculpem se ficou muito grande, mas precisava me soltar um pouco. E desculpem também se ficou meio confuso... são tantos pensamentos e palavras que eu quero dizer que as vezes, não sai nada.
Agradeço se alguém quiser compartilhar sua história nos comentários!
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2020.10.01 06:41 Dio_isnt_dead Eu me sinto sem propósito na vida

Já vou abrir o texto dizendo que, apesar da flair usada, eu não tenho realmente depressão no sentido clínico, pelo menos não até onde eu sei, mas eu acho que é a flair que mais se encaixa na minha situação. Eu tenho 19 anos, sou estudante de design numa universidade federal, e me sinto um completo bosta. Eu não tenho nenhuma habilidade notável o suficiente pra ganhar a vida, o único trabalho que já tive foi de caixa num restaurante da família, e eu tenho ignorado completamente meus deveres pra com meu curso. Só faço duas cadeiras, mas já faz algumas semanas que não faço atividade pra nenhuma. Ninguém mais sabe disso além de mim. Não tenho coragem de contar pra amigos/família que eu não tenho feito minhas obrigações por preguiça. Eu já tive amplas oportunidades, falo inglês e muitas vezes minha mãe já me disse pra tentar fazer um intercâmbio/um curso/qualquer coisa pra dar um rumo na minha vida. Eu me sinto insatisfeito com meu curso, já desde o começo do ano, e não me sinto motivado pra nada envolvendo ele. Não me inscrevi pro ENEM esse ano justamente por preguiça de mudar o status quo do curso que não me agrada. Eu estou fora de forma, acima do peso ideal, distante da saúde que eu estava uns dois anos atrás. Eu vim desabafar aqui porque não quero empurrar isso pra cima da minha mãe, dos meus amigos ou da minha namorada, todos eles já tem problemas demais. E nessa madrugada eu vim aqui, realizar o quão inútil minha existência é. Eu não me agrado do jeito que eu sou, nem de onde eu estou na minha vida. Eu podia ser algo tão melhor, mas eu sou preguiçoso e covarde demais pra isso. Eu sinto que seria melhor pra minha mãe que eu não existisse. Seria menos despesa pra ela, menos coisas com o que se preocupar (já temos dois cachorros). Eu tenho vergonha do jeito que eu sou, sei lá, a essa altura do texto eu já não sei mais o que falar e só tô falando porque a vontade ainda existe. Eu não gosto de mim nem tenho coragem de mudar quem eu sou. Eu sou um fruto terrível do jeito que eu cresci, me deixei levar pelas comodidades que eu tive na vida. Sou um moleque mimado, que não sabe o valor das coisas e que recebeu tudo na vida de bandeja. Um desperdício de espaço. Eu acho que aceitaria definhar até a morte no meio do mato ou em qualquer outro ambiente hostil. Prefiro ser apagado da história do que ser lembrado como essa figura miserável que eu sou. Se você leu até aqui, obrigado por ter paciência de ver uma pessoa se auto-flagelando na esperança de aliviar um pouco da dor. Obrigado e é isto.
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2020.10.01 05:34 Roger_Rainwalter09 Dificuldades para me relacionar com pessoas

Isso mesmo! Tenho muita dificuldade para me relacionar com as pessoas, principalmente mulheres, embora eu seja atraente fisicamente, nada de impressionante e sempre ter opções sou extremamente tímido, faço contato visual( fazer contato visual com as pessoas para mim é muito incômodo e eu só faço isso em ocasiões que devo fazer, a sensação é de uma faca cortando meu peito porque eu acho muito invasivo, geralmente eu olho para os narizes das pessoas propositalmente,ao invés, dos olhos) com várias mulheres que me olham, mas não paro para conversar, nada do tipo, porém se fizesse saberia o que falar. Uma vez numa livraria com amigos uma mulher me interrogou se eu gostava de um "tal livro de literatura inglesa"( não lembro o nome do livro e nem do autor). Eu não sou muito fã de literatura e nem me interesso sobre esse assunto, para mim é perda de tempo, eu respondi:" eu não sei nada sobre esse livro, mas aquele cara ali, amigo meu, sabe!" E ela foi falar com ele. Um mês depois tive que ficar ouvindo esse amigo que apontei ficar chorando no telefone por causa dela, dizendo que a amava e ela só queria usar seu corpo. Risos( é sério! Foi algo assim). Na escola no meu terceiro ano tinha uma garota doida lá que me abraçava e queria cheirar meu cabelo, eu achava a coisa mais estranha do mundo, ela cobrava o mesmo, porém recusava( ela fazia isso na frente de todo mundo). Também essa mesma garota demonstrava ciúmes de mim com outras garotas, não a levei nem um pouco a sério e isso não evoluiu. No relacionamento com outras pessoas eu começo a falar com um grupo e dura uma semana, só que eu deixo de falar com eles, não é por querer, eu ignoro, e isso impede de me aprofundar em amizades, relação de amizades é muito superficial, quanto ao meu amigo depois descobri que ele falava mal de mim pelas minhas costas! E cortei muita conversa e é bastante superficial,agora,também. Minha única namorada conheci ano passado, ela sentia interesse em mim, mas eu era muito inseguro e só aceitei sair com ela depois de 4 meses ela insistindo. Tudo terminou nessa maldita quarentena, mas mesmo assim nada pareceu mudar e eu tive quase certeza de que quando tudo acabasse eu e ela voltaríamos( ela é muito insistente mesmo). Agora eu já tenho dúvidas quanto a isso a cada dia que passa parece que eu e ela estamos menos íntimos, creio que ela está me usando para me superar, porém, ainda assim eu não me importo, eu parei de me importar com meus sentimentos quando minha mãe falou que eu era um "saco de pancadas "emocional de todos, eu era uma criança. Está sendo muito difícil não poder confiar em ninguém o suficiente, não ter amigos verdadeiros, eu não conseguir chorar. Tudo para mim é tão superficial que estou virando frio e calculista, não? Eu não tenho laços com absolutamente ninguém.
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2020.10.01 04:04 Viana333 Padrões femininos

Sou uma mulher preta que estava num relacionamento interracial há 3 anos. Durante esse período, conversei bastante com o meu parceiro sobre diversos assuntos. Com tanta proximidade, percebemos também as inseguranças do outro.
Tentei ajudá-lo com as inseguranças dele, seja elogiando, aconselhando ou procurando tratamento psicológico com um preço acessível. Também realizamos alguns acordos de relacionamento, colocando as cartas na mesa para definir o melhor caminho a trilhar juntos.
Falam que é importante tratar feridas antes de entrar em novos relacionamentos e, de fato, aprendi a lidar e a me curar. Mas não consegui curar todas as feridas que tenho em relação a minha aparência física pois estou fora do padrão de beleza.
Quando eu conheci meu parceiro, ainda estava em processo de cura. Ele me ajudou no início, mas depois percebi que ele costumava paquerar meninas brancas dentro do relacionamento. Conversamos e ele mudou, nos resolvemos.
Depois de uns anos, no auge da minha amizade com a minha autoestima, descobri que ele se atraia por um padrão totalmente diferente do que sou e consumia pornografia em excesso. Passei a me sentir insuficiente e me questionar a respeito do meu eu.
Por fim, realizamos o acordo para não consumir pornografia pois me fazia mal e afetava a maneira como ele se relacionava comigo (ele tendia a ficar mais frio e apressava a ejaculação). No entanto, mesmo após dizer durante os três anos que me incomodava esse consumo excessivo de pornografia no qual as mulheres não eram semelhantes a mim, ele decidiu acessar escondido me desrespeitando.
Optei pelo término pois me desgastei muito ao longo dos anos esperando o mínimo de respeito. Hoje estou triste e me sentindo a pessoa mais feia do mundo. Acho que nunca mais vou transar com ninguém porque não quero que outra pessoa me veja. Não sei lidar com os machucados que ele deixou em mim. Também penso que eu poderia ter sido uma namorada ruim para que as atitudes dele possuíssem uma justificativa, mas não fui e recebi todo desprezo atoa.
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.30 13:42 DarkDollynho Finalmente Criei coragem de postar... Senta que lá vem história.

Eu tenho acompanhado a comunidade faz algum tempo, e antes de escrever o que preciso quero agradecer por vcs existirem e estarem dispostos a compartilhar e receber historias de todos os tipos e cantos.
Vamos lá!
Sou o clássico guri dos anos 90 que vibrou com o penta, jogou super Nintendo e agora ta beirando os 30 anos.
Sofro com depressão e ansiedade desde que me entendo por gente, sinceramente não sei se vem da situação familiar ou se é algo crônico.
A real é que meus pais (como boa parte das famílias dos anos 70,80 e 90) não se amam e nunca se amaram (muita gente se juntava por necessidade mesmo) e acho que isso pode ter influenciado um pouco na forma como vejo o mundo.
Meu pai tinha um casamento, do qual ficou viúvo e desse casamento 4 filhos (3 usam drogas e 1 desapareceu).
Ele então se casou com minha mãe e eu nasci (em seguida outros 2 irmãos), convivi com 1 dos meus irmãos por parte de pai que sempre deu problemas, desde uso de drogas, porte de arma, roubos, etc.
Bom exemplo foi algo complicado durante a infância, pois minha mãe vivia tretando com meu pai por conta desse meu irmão, que não é filho dela, até entendo.
Meu pai sempre desconfiou que minha mãe havia/estava traindo ele, e desde os meus 8 anos meu pai me usava como psicólogo dele, desabafando e jogando todo tipo de pensamento na minha cabeça.
Eu era bem religioso (não sei se era uma fuga) e cresci com isso, entre caraminholas da cabeça do meu pai e tentar ser uma criança.
Eu tbm fui abusado por um cara conhecido da família. Não quero entrar nesse mérito.
Sempre apanhei muito pra aprender matemática (nunca aprendi de fato) enquanto convivia com meus irmãos e tal.
Quando cheguei nos 16 anos mais ou menos a aposentadoria do meu pai foi cortada, ele já com idade avançada e minha mãe tbm, meti a cara trabalhar.
Pagava meus próprios cursos e comia 1 pacote batata palha no almoço pra economizar dinheiro.
Passei por empregos porcarias, que nem vou adicionar a historia, mas que tenha certeza que contribuíram negativamente na minha vida.
Conheci minha ex namorada na igreja, ficamos juntos por muito tempo.
Eu sempre quis ser o namorado perfeito, daquele que dizia: "se minha namorada não pode ir comigo, aquele lugar não eh pra mim." (talvez um erro sobre individualidade)
Foram 8 anos bacanas, entre altos e baixos na minha família sempre coloquei minha ex em primeiro lugar.
Trabalhava pra ela poder estudar e fazer faculdade(eu tbm estudava), levava ela pra todo canto quando precisava, ajudava com trabalhos, treinava ela pra entrevistas, pagava cursos...
Até que conseguimos entrar na empresa dos sonhos (ela primeiro, eu dps) de qualquer pessoa da área de TI (ambos na msm empresa)... Volto nesse ponto dps, muito importante.
Nesse meio tempo uma das minhas irmãs drogadas por parte de pai apareceu, com 1 filha recém nascida... Ela estava presa e perdeu a guarda da criança.
Então lá vai eu ajudar meu pai a conseguir a guarda, entre visitas a outro estado pra ver a neta e dinheiro para advogado. (o advogado morreu durante o processo mano)
Conseguimos a guarda, minha irmã saiu da cadeia e fez da nossa vida um inferno (ainda faz, ainda estamos criando uma criança que não tem pai e tem uma mãe drogada).
O relacionamento dos meus pais que já era ruim, piorou, eu no meio dessa merda toda já tinha tentado o suicídio 2x...
Nessa época comecei a perceber que minha ex não se preocupava comigo como eu me preocupava com ela, ela não se importava com minha saúde mental, não se importava com a minha pessoa, a sensação era que ela tinha se acostumado seja com a boa vida, seja com a constância que a vida tinha tomado.
Eu tinha juntado dinheiro para irmos pra outro país fazer intercambio, pensava em pedir ela em casamento la, 9 anos de namoro já era bastante... Ela não se empenhou em absolutamente nada, parou no tempo. quando ela não conseguiu o visto simplesmente não se importou.
Ela tinha arrumado um amigo na empresa, e foi aqui que a merda bateu de vez no ventilador.
Ideias de balada gay entre ela e o amigo apenas (ele assumidamente gay), viagens entre apenas os dois. Eu concordava, mesmo me remoendo de ciúmes por dentro. Sempre prezei pelo "Eu confio, eu a conheço". (meus amigos diziam que eu era otário por tratar ela tão bem, fazer de tudo)
Nesse tempo eu já fazia acompanhamento psicológico e psiquiátrico (minha psiquiatra era mais amor que minha psicóloga).
aguentei quase 1 ano disso, desistimos da viagem, comprei 1 casa ao invés de viajar (ela nunca quis sequer visitar o imóvel), após uma transa ela simplesmente começou a chorar e disse: Quero terminar.
Foi bizarro. Absurdamente bizarro.
Eu estava no extremo na minha vida pessoal com minha família, e meu porto seguro era o relacionamento (não dos melhores, mas estava ali há bastante tempo), neguei propostas de emprego fabulosas pra ficar com ela e isso agora?
Decidi seguir em frente, tendo crises de pânico e ansiedades como nunca antes, com a família SEMPRE dizendo, isso é falta de Deus, isso é frescura, esses remédios estão te matando, isso é falta de vergonha na cara, conheço pessoas que se mataram e quem se mata não avisa....
Nesse meio tempo minha psiquiatra (que era melhor que minha psicóloga) morre em um acidente de carro, ainda não superei.
3 semanas depois minha ex assume o namoro com o "amigo", moramos a 1km do outro, trabalhamos em uma empresa em outra cidade e temos que pegar ônibus juntos e trabalhamos no mesmo prédio com diferença de 1 corredor.... Se ela me traiu ou não tem a ver com a índole dela e não com a minha. Eu segui em frente, não sinto nada por ela, mas a depressão e a tristeza parecem não ter fim. Já era grande durante o relacionamento. Sozinho, sem ter com quem contar (é difícil conversar sobre isso com as pessoas) tem piorado muito.
hoje me encontro aqui, sem forças pra conhecer pessoas novas, sem forças pra por fim ao meu sofrimento, sem forças pra acreditar no setembro amarelo de pessoas falsas, sem forças pra ser eu.
Desculpem o texto grande, muita coisa ficou de fora pois acho que o texto já está cansativo, mas o problema é que eu estou cansado tbm. De remédio, de lagrimas, de tristeza...
E me sinto pior por ter superado o mundo, alcançado o sonho de muita gente com emprego bom, falar outra língua, ter casa própria, moto...
Me sinto mesquinho por não dar valor a nada disso depois de tudo que passei...
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2020.09.30 12:53 AP_Scabia Só tenho a agradecer a vocês

Antes de tudo, muito obrigada. Postei dois desabafos aqui e os incentivos foram de grande ajuda. De coração.
Como já relatei, sou alcoólatra em recuperação. Recaí, infelizmente, porém a vida me guardava um presente. Minha namorada veio ficar comigo antes do esperado e... Deu tudo certo. Que felicidade é ver minha gata dormindo aqui do meu lado e me mandando largar o celular, rs. Ter seu apoio, seu colo num momento tão difícil pra mim.
Pensava ser insuficiente, acreditava ter pouco ou nada a oferecer. E ela é tão incrível que me provou o contrário. Agora minha mesa de cabeceira tem uma caixinha de captopril com as horas anotadas e isso me faz feliz, por mais idiota que pareça. Cuido da minha flor que é hipertensa da mesma forma que ela ensaboa minhas costas no banho e lembra do meu suplemento de vitamina B (coisa de alcoólatra, rs).
Meu Deus, quando acordei jurava estar sonhando. A Pat aqui comigo, abraçadinha, roncando até. Com aquele jeitinho só dela. Não me segurei e chorei, com tudo dando certo pela primeira vez.
Só resta agora preparar uma lasanha pro nosso almoço (ela tem a sorte de namorar uma italiana, rs) e aproveitar meu anjo aqui pertinho. Eu tinha dúvidas se largava tudo mas... agora tenho certeza. Em breve me mando pro RS junto com ela e será o início da minha vida de casada. Obrigada a vocês que postaram, me ajudaram. Porque me sentia insuficiente, pobre, triste e a autoconfiança é uma novidade pra mim.
Grata de coração. A. P. M. Scabia
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2020.09.30 09:11 cipolle Acho que fui abusado psicologicamente pela minha ex e isso afeta minha cabeça e meu sexo até hoje.

E aí gente. Bom, é o seguinte: eu acho que fui abusado psicologicamente pela minha ex namorada, ela terminou nosso relacionamento vão fazer um ano e meio, mas sinto que isso deixou várias sequelas em mim, principalmente no meu campo sexual. Hoje olhando pra trás, não fico com raiva ou chateado com o relacionamento que tive. Foi meu primeiro namoro, e dentro de tudo que pude, me esforcei. Não gostaria de me aprofundar na questão do nosso relacionamento que não fosse da parte sexual. Sou um cara, e no sexo pra mim, parece aquele velho “foi bom pra você?” Que se eu sentir ou ela disser que não foi, me perturba de mais. Se não for bom pra ela, não importa como pode ter sido pra mim, eu sinto que não pude ser bom o suficiente, e acaba não sendo bom pra mim.
Enfim, como em qualquer namoro jovem, a gente transava toda hora, e era incrível. Ela as vezes até reclamava de eu insistir muito para transarmos - o que depois ela usou contra mim para terminar o namoro, mas não vem ao caso. Ela disse que nunca gozou comigo, pelo menos por penetração vaginal. Estimulando o clitóris, sempre pareceu funcionar (ela detestava a ideia do sexo anal). Um dos problemas que ficou disso, é que hoje, no sexo, eu demoro de mais para gozar. Fico meia hora, uma hora, três horas, manhãs, tardes ou noites inteiras e quanto der antes de eu morrer de cansaço fudendo, mas sempre foi muito difícil para eu gozar depois de tanto tempo, mesmo sendo a primeira ou segunda do dia. Já aconteceu de garotas até me reclamarem, de elas terem gozado e eu não, e não foram poucas as vezes que paramos antes de eu gozar, independente da garota, o que piora ainda mais minha autoestima. Quando me masturbo, não costumo demorar, e nem ser ‘precoce’ se da para dizer, é bem tranquilo.
Durante a quarentena parece que tem sido difícil pra todo mundo (que pelo menos respeita a quarentena) arranjar uma foda, mas além disso ainda me sinto mal quando me masturbo, penso em qualquer putaria ou mesmo assistindo um pornô. Eu lembro dela. Lembro das safadezas que tivemos e que trocamos, como era tudo tão bom. Tiveram vezes que quase chorei enquanto batia uma punheta. Algumas vezes isso entra na minha cabeça de um jeito que fica por uma, duas semanas, seja na minha punheta, seja no meu dia-a-dia. Tem sido pior na quarentena. Acho que fui denunciado por ela ou amigas no Tinder (elas cruzaram meu caminho lá), o que bloqueou minha conta. Raras são as vezes que tenho gente nova para conversar, e ainda mais pensando que posso transar com elas.
Eu faço terapia e tomo antidepressivos, o que quando eu estava com ela não afetava meu desempenho, mas foram trocando essa química com o tempo. Alguém tem alguma ideia se pode ser alguma coisa comigo mesmo, sobre minha relação com minha cabeça ou meu corpo, ou se uma reação ao antidepressivo mesmo? Se for do remédio mesmo, alguma sugestão de como substituir o apetite sexual nesse NoFap obrigatório? (Já tentei e faço exercício físico três vezes por semana)
Valeu pessoal.
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2020.09.30 00:13 rupiKing Não sei se estou viciado ou se é muito tesão acumulado

Acho que tenho muito apetite sexual. O tempo inteiro sinto vontade de transar, e o isolamento me deixou longe da minha namorada. Eu havia superado o vício em pornografia. Só me masturbava imaginando as coisas. Porém o isolamento me fez beirar o vício em pornografia novamente. Percebi que eu passava horas do dia só procurando pornografia. E as obrigações estavam começando a ficar de lado. Inclusive comecei a me sentir fadigado a todo momento. Eu resolvi cortar de vez pornografia e tentar ficar sem me masturbar ao máximo. Porém não consigo ficar 2 dias sem me masturbar. Acabei me masturbando, mas só mentalizei eu e minha namorada juntos. Não sei onde a linha entre ser viciado ou ser um necessitado por sexo cruza. Eu só queria não me masturbar todo dia. Se eu conseguir no máximo uma vez por semana estava ótimo.
Enfim. É um desabafo.
Me falem o que vocês estão fazendo pra controlar o tesão na quarentena. Me dêem dicas.
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2020.09.29 20:23 wisemann_andy Desejo morar sozinho mas possuo medos, dúvidas e insegurança. Meu psicológico está afetado pelo passado.

Algo que já perturba a minha mente a pelo menos 10 anos é a vontade de poder ter a experiencia de ser solteiro morando sozinho. Tenho 30 anos e sou infeliz nesse quesito(existe outros quesitos mas para não fugir do tópico, vou falar deste porque nesse ultimo mês, é o que esta me atormentando a mente. Tenho vontade de morar sozinho, pode andar de cueca, chegar e sair na hora que quero sem dar satisfação, não se preocupar em ter que esconder os sites e revistas playboy de alguém. Pode parecer algo natural ou até normal para qualquer jovem entre 20-30 anos, mas para mim, da casa de onde cresci não é. Desde criança fui criado dentro de casa, minha mãe sempre protegeu eu quando criança (incluindo meus irmãos anos depois) e vivemos sempre na base de obedecer regras. Não que eu tenha problema com regras, ou fui rebelde durante a minha adolescência no passado. Tipo: "vai sair para onde e com quem?", "volta que horas?", "quem são esses colegas?", "não quero saber de encontrar revista de mulher nua em minha casa", "não quero te ver assistindo esses filmes" e por aí vai... São coisas que hoje aos 30 anos e morando ainda com os pais, eu venho tendo consequências e esse fardo está me incomodando já pelo menos uns 10 anos atrás. Já tive amigo na época de escola que seus pais eram bem tranquilos com muita coisa, porque sabiam que era vontades/coisas que todo jovem passa. Tipo, os pais desse amigo da época de ensino médio me mostrou que os pais dele (nessa época) deram uma assinatura da revista playboy, e ele tinha na porta do guarda roupa um poster da modelo da capa. E eu fiquei embasbacado, porque nunca que minha mãe deixaria uma coisa dessas! Nem se meu pai me presenteasse com uma assinatura dessas, ela deixaria passar. E hoje digo que é uma das minhas grandes vontades em poder fazer. Colar na porta do guarda roupa um poster de uma mulher que acho atraente em meu quarto, sem preocupação de nada. Parece bobo, eu sei... Sempre fui tímido na escola, hoje ainda sou, mas melhorei muito. E por minha mãe me privar de poder sair desde novo, isso me atrapalhou durante a faculdade de conhecer outras pessoas e garotas desconhecidas. Por que se eu fizesse , mesmo que por rebeldia, eu iria ouvir aos montes. Por não praticar o "chaveco" durante a adolescência e o inicio da faculdade, hoje luto para conseguir ter uma namorada, o que me dificulta participar do que chamam de "jogo da conquista"por não ter adquirido experiencia. Tem momentos que me sinto um merda por isso... Mas gostaria muito de poder morar sozinho, ter essa experiencia de homem solteiro. Mas por ter sido educado assim, sem experiencia por tentar, hoje tenho duvidas, medo, inseguranças... Ela no entanto, diz me encorajar, ao "modo" dela, mas já disse antes que: "como eu vou me virar sozinho, se a senhora me prendeu o tempo todo?" Tenho vontade de voltar a morar fora do Brasil, ou pelo menos ir para São Paulo, mas aquilo, fico com medo por não ter preparo, já que tenho também o psicológico todo abalado por conta do passado. Tenho outras coisas a relatar, mas no momento, é o que me veio a cabeça durante esses dias. Se vier mais coisas pra me desabafar, complemento através dos comentários.
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2020.09.29 16:41 pinolitz Como lidar com duas doenças graves na família?

Tudo começou a mais ou menos um ano, meu pai andava muito cansado e estava com algumas bolas no ombro direito. Foi ao médico e começou a fazer os exames para ver o porquê daquilo. Me lembro como se fosse hj, recebi o login e a senha pra entrar no site do laboratório pra ver o resultado da biópsia, passei muito tempo olhando para aquele e-mail, não tive coragem de abrir logo de cara. Quando tive a coragem lá estava. Linfoma não hodgkin com metástase, foi o dia mais triste da minha vida, fiquei desesperado, não sabia o que fazer, como contar para ele e para a minha mãe. Esperei que o médico contasse no dia da consulta. Estava desesperado, esperando o pior, que o médico falasse que não tinha mais jeito, estava escrito metástase lá no site (metástase é quando o câncer se espalha para outros órgãos, contaminando muitas vezes o corpo todo). Meus pais saíram do consultório, mas as notícias eram menos piores do que eu imaginava, tinha 85% de chances de cura, fiquei mais tranquilo, seria difícil mas teria muitas chances de dar certo, mas o pesadelo estava só começando. Parece que quando alguma coisa ruim acontece tudo conspira para outros coisas ruins acontecerem. Sou um cara de 23 anos, normal, trabalho, estudo, namorada. Minha família tem um comércio pequeno, desde que meu pai ficou doente fiquei responsável por cuidar desse comércio e estava muito difícil gerir as coisas. Com a pandemia acabou fudendo tudo, perdemos nossa única fonte de renda e está sendo difícil tratar meu pai. Mesmo o tratamento dele sendo pago pelo governo ainda tem outras dispesas como remédios e transporte pra fazer exames, alguns parentes nos ajudam mas está difícil conseguir pagar o básico das contas. Isso não é tão importante agora, mas minha namorada me largou e tive que deixar a faculdade que tanto batalhei pra conseguir passar pra poder ajudar a cuidar melhor do meu pai. Depois de tudo isso, em um belo dia acordei e fui ao banheiro urinar, chegando lá a urina simplesmente não saia, fiquei por uns 10 minutos entupido, não chamei minha mãe pra não colocar mais problemas na cabeça dela. Depois desses 10 minutos comecei a sangrar muito pelo pênis, perdi quase 1,5 litro de sangue até chegar num hospital a 50 km de onde moro que tinha um cirurgião urologista que pudesse me tratar. Passei duas semanas no hospital, fui diagnosticado com um problema na uretra que faz com que ela feche sozinha e isso meio que fez minha bexiga explodir. Tive que fazer uma cirurgia pra retirar uma parte da gengiva e refazer minha uretra, foi muito difícil. Fora a preocupação com meu pai, ainda tive que fingir que estava tudo bem enquanto passei duas semanas me recuperando da cirurgia no corredor do ambulatório do hospital sem poder ver ninguém, nem levantar, por conta da pandemia. Já fazem 3 meses que isso aconteceu e não me recuperei totalmente, ainda uso uma sonda que incomoda muito, o médico me proibiu de fazer qualquer coisa pois a cirurgia é muito delicada e qualquer movimento brusco pode estragar tudo. Não vou mais poder ter filhos por conta das complicações que tive. Minha mãe está segurando a barra sozinha cuidando de dois doentes, me sinto um inútil por não poder ajudar em nada. Queria fechar o olho e tudo isso simplesmente sumir, estou passando pelo inferno na terra e não posso fazer nada, só observar. Estou escrevendo isso pois depois de tudo o que aconteceu boa parte dos meus "amigos e família" desapareceram, não tenho ninguém pra desabafar. Minha única "diversão" é ficar na internet, pois uma vizinha de bom coração emprestou a senha do wifi.
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2020.09.29 13:53 boa_viagem Viajar durante a pandemia?

Bom dia, pessoas, meu primeiro post nesse sub.
No ano passado, eu (22) e minha namorada (também 22) fizemos uma viagem de passeio pelo litoral de nosso estado. Antes disso, eu achava que odiava o litoral daqui e viajar mas era por conta de isso estar muito associado com viagens de família que eram muito desconfortáveis para mim. Acontece que removendo o estigma da família, viajar - especialmente para o litoral - se tornou uma das minhas coisas favoritas.
Acelerando para 2020: nesse ano, tudo que eu mais tenho desejado é poder viajar de novo. No começo do ano, me graduei da faculdade e por conta disso, perdi minha fonte principal de renda (que era meu estágio remunerado) e estou dependendo em 90% dos meus pais. Além disso, veio o corona e o isolamento, que no começo eu respeitei à risca, mas nos últimos meses passei a ir no mercado, farmácias etc. para ajudar meus pais e eventualmente também passei a visitar minha namorada.
O fato de depender financeiramente dos outros me deixou bem triste e deprimido durante os últimos meses, pois sentia que não tinha mais minha independência e principalmente porque não existia a possibilidade de guardar dinheiro para eventualmente viajar.
Essa situação deu uma grande reviravolta quando, agora em setembro, consegui projetos como freelancer e isso está me permitindo juntar um dinheirinho (praticamente o suficiente para fazer essa viagem que tanto quero). Também nesse mês, minha namorada descobriu que irá tirar férias do trabalho em novembro.
Com isso, me deu uma vontade MUITO grande de viajar, afinal, era algo que eu já desejava há muito tempo e agora existem os meios e, principalmente, uma possibilidade de data: como minha namorada trabalha em empresa, não é sempre que ela consegue tirar férias ou ter dias disponíveis para fazer algo assim.
Porém, como todos sabemos a pandemia não acabou e viajar possivelmente seria um risco, mesmo que no meu estado seja o segundo com menos casos no país e a situação esteja se encaminhando cada vez mais para ficar em queda. Conversei com a minha psicóloga e me senti seguro o suficiente para arriscar a viagem. Também sei que meus pais estão praticamente vivendo normalmente (mas fazendo o uso de máscaras) e sei que se eu contasse desse desejo para eles, eles me encorajariam à realizá-lo, tanto que em outros momentos eles quase se arriscaram e quase foram viajar em finais de semana desse mês, sendo impedidos por mim e pela minha irmã (que está respeitando o isolamento o melhor que pode e tem sido a voz da razão frente ao corona aqui em casa).
Minha namorada também se sente um pouco insegura quanto à viagem por medo dos riscos que seriam assumidos, e, eu também tenho essa insegurança, mas principalmente medo de me arriscar e ir viajar e por conta das restrições obrigatórias eu não aproveitar 100%. Todo dia eu tenho acompanhado as notícias do meu estado e buscado informações da pandemia nas cidades que gostaria de visitar para ver se a viagem seria viável, além de que planejei que se, decidirmos por viajar, será durante a semana e após o feriado do dia 2, para encontrar os nossos destinos com o mínimo de aglomerações possível.
Desculpa pelo post longo e o que eu devo fazer??
TL;DR: Estou a muito tempo querendo viajar e finalmente consegui o dinheiro e a data para fazer isso, mas o corona me deixa inseguro (tanto sobre a contaminação quanto sobre não aproveitar o suficiente por conta das restrições)
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2020.09.29 07:52 vityiaa Sou novo, mas já estou cansado e sem esperança

Desculpa o textão Basicamente eu vou fazer esse desabafo pq eu não aguento mais. Eu tenho 19 anos e estou me formando na minha primeira faculdade, uma faculdade de dois anos, de design gráfico, mas eu estou completamente perdido eu sempre amei desenhar e quis arriscar nessa quarentena a estudar para ser tatuador, mas ao mesmo tempo que minha namorada e irmã apoiam eu não me sinto seguro, tenho uma dificuldade muito grande em aprender a desenhar sozinho e não acho cursos em sp que me ajudem. Já pensei em cursar gastronomia, mas atualmente eu sinto que só estou atirando para todos os lados. Não tenho mais esperança em conseguir emprego na área do design ou qualquer outro tipo de emprego, não consigo mais ficar animado pensando sobre oq fazer da minha vida, sempre tive diversas metas, mas não sei se vou conseguir cumpri-las... Eu estou esgotado já de sempre tentar muito e ver gente que consegue emprego pq é amigo de alguém de dentro, cansado de ver todo mundo evoluindo e eu estagnado sem saber oq quero, minha família me criticando eu sempre que possível pq quero seguir algo no ramo da arte, sinto que a única pessoa que me apoia é minha namorada, mas mesmo com o apoio dela eu não consigo mais sentir ânimo algum. Estou extremamente feliz que ela conseguiu um emprego, mas não consigo parar de pensar nela subindo na vida e cansando de alguém estagnado como eu. Não consigo me sentir bom em nada que faço, não consigo mais ter esperanças de uma vida boa, tento procurar emprego, mas nunca consigo ir nem em uma entrevista. Eu não quero me matar, mas parece que eu não consigo ver outro jeito... Eu não me acho nunca.
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2020.09.29 04:42 The_Snowing Tudo da errado e eu não sei o que fazer.

Bem, nunca fiz uma postagem no reddit e como esse é sobre desabafo decidi levar ao pé da letra. Eu faço 16 anos agora, acabei de entrar no ensino médio e provavelmente esses anos foram os piores até agora na minha vida e essa pandemia só serviu pra por a tampa no caixão.
Ano retrasado minha avó foi diagnosticada com Alzheimer, além de eu descobrir que tem uma grande chance de eu também ter no futuro (já que normalmente pula uma geração e tá no DNA), meus pais são super atenciosos mas não se importam muito com coisas como saúde mental, por exemplo.
Esse ano eu comecei mudando de escola (a anterior só ia até o 9 ano), perdi a maior parte dos meus amigos nessa transição e minha namorada também. Não tive tempo o suficiente pra fazer novas amizades antes de começar o isolamento, mas o pior veio depois.
Assim que a pandemia começou, meu padrinho subitamente apareceu com um problema na saúde muito grave e morreu no hospital devido ao medo que ele tinha de perder algumas habilidades físicas (não era covid). Algum tempo depois, meu avô e meu tio foram internados com a covid e meu avô morreu pouco tempo depois.
Meu pai tá desempregado a um bom tempo e nos não temos perspectiva algum de melhoro, eu tenho vários outros parentes que também se internaram, o que é até meio estranho considerando que grande parte da minha família ficou meio em choque com os acontecimentos desse ano e tomam todos os cuidados possíveis.
Eu não sei o que fazer, sinto que estou lentamente perdendo o interesse em vídeo games que eram meu maior hobby da vida e não consigo encontrar nada pra substituir, grande parte dos meus dias são conversando com amigos virtuais no discord e lendo qualquer recomendação de manga possível pra perder minha mente nas páginas.
Eu sei que sou jovem, e nunca faria besteira nenhuma, mas depois de perder muitos parentes, tudo que era minha vida até agora, além de lidar com a pressão de escola pra aulas online (que eu não me importo nenhum pouco), vestibular que eu não sei a matéria e uma faculdade já que eu não teria muitas condições de pagar por uma, eu não sei que rumo tomar.
Obrigado por lerem até aqui e desculpa se tiver sido um desperdício de tempo, mas postar algo aqui mesmo sem expectativa nenhuma, já me fez tirar um peso da consciência
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2020.09.29 04:26 Enigma_Machine1 Minha (agora ex) namorada mentiu sobre o isolamento social dela pra me ver, mesmo sabendo que sou do grupo de risco

Vou contar uma história.

Eu sou considerado do grupo de risco pra covid, mesmo sendo jovem, por já ter feito uma cirurgia quando bebê. Não tenho problema nenhum e nenhuma sequela hoje, sei que os médicos estão pecando pelo excesso ao falarem que faço parte desse grupo, mas o risco, mesmo sendo baixo, existe.
Por conta disso, só nos vemos depois de uns 12-15 em que cada um está na sua casa e sem sair, justamente pra averiguar se alguém apresenta sintomas da covid e, assim, não infectar o outro. Acontece que ela não mora sozinha e por vezes o pai precisa sair de casa (realmente pq não tem escolha), então também só nos vemos quando ambos estão dentro de casa depois desse período.
Isso significa que, em 6 meses, nos vimos poucas vezes. Eu sinto muita falta do nosso convívio, mas tenho noção de que passamos por uma situação sem precedentes em nossas vidas.
Hoje descobri que em algumas dessas ocasiões em que nos vimos, ela mentiu sobre ela ou pai estarem em casa pelo período correto de 12 a 15 dias. Bom, ninguém apresentou sintomas, mesmo na rua sei que ela e o pai tomam todas as medidas necessárias e só saem por pura necessidade. Eu também sei que, com as medidas, as chances de se infectar diminuem, mas não existe risco zero fora de casa, infelizmente. Quando nos vemos, vou sempre de carro e não passo por ninguém, é da minha garagem pra dela e vice-versa.
Estou extremamente chateado por ela ter me exposto ao risco de me infectar, mesmo sendo mínimo. Sinto que minha confiança foi traída. Eu sei que é impossível não mentir sobre nada nunca, mas acho que existe uma diferença entre uma mentira branca e outra com potencial de prejudicar a saúde de outrém. Agora ela me jogou em uma "guilty-trip" de a estar acusando de não ter sido/não estar sendo cuidadosa em relação à covid, pois combinamos de nos ver amanhã, me fazendo me sentir culpado por estar sendo "neurótico", nas palavras dela.
Eu sei que ela não saiu pra dar rolê nem nada do tipo. Das vezes que ela ou o pai saíram, foi pra resolver questão de saúde/mercado/banco.
O nosso combinado era de se ver nos intervalos entre cada saída, respeitando esses período de uns 12 dias. Muito provavelmente o pai dela saiu e ela não me avisou, me fazendo visitar ela antes do combinado.
Ela também tem passado por um período bem tenso no trabalho dela, que é home office, exige muito dela, entrou em depressão. Nos afastamos um pouco por causa disso, pois eu só conseguia falar com ela durante o expediente dela, já que ela dormia logo em seguida do trabalho e só acordava no dia seguinte pra trabalhar de novo.
Eu sei que os riscos são mínimos, mas me chateou ela ter escondido isso de mim. Eu fico ainda mais chateado pois eu perdi meu próprio pai pra covid há alguns meses, então eu não consigo tratar essa doença sem uma seriedade extrema. Estou pecando pelo excesso, mas na minha posição, o que eu posso fazer?
Terminei com ela. Vou contar mais alguns fatos que foram tão surreais que tô sem reação.
Ela quis se justificar, alegando que não foi mentira, foi omissão, e são coisas diferentes. Tentei explicar que uma tecnicalidade dessas era irrelevante pro fato que me chateou. Ela também disse que, mesmo sendo omissão, como aquilo não me prejudicou, não tinha problema. Nisso, eu tentei explicar que isso também não retirava a responsabilidade dela, pois se não aconteceu nada comigo mesmo me expondo a um risco, ainda que mínimo, era um risco que eu não sabia que estava tomando. Expliquei que é fácil dizer que nada aconteceu depois do ocorrido.
Eu fico me perguntando, o que são normas de segurança perto desse pensamento brilhante? Desculpem o exemplo, mas o ônibus espacial Challenger explodiu no lançamento pq a Nasa considerou a falha no foguete um risco aceitável. Se não tivesse explodido, o risco teria desaparecido? Esse foi o pensamento da minha (agora ex) namorada. "Se não aconteceu nada, é pq não tinha perigo".
Ela me disse que uma omissão que não prejudica o outro é aceitável. Então eu pensei comigo mesmo: então, se eu a traísse e omitisse isso, seria aceitável? Afinal, ela não saberia nunca do ocorrido, então não teria como prejudicar ela.
Enfim, é isso. Surreal.
Edit: apenas um edit, eu sei que seria ridículo terminar SÓ por esse motivo. Entendam o relato como um gatilho, não como o relacionamento inteiro terminando por causa disso kk
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2020.09.29 02:54 arrux1 Eu finalmente me reconheci e me aceitei bissexual

Então OPs, demorou quase 22 anos pra ficha cair completamente que eu não sou "hetero flex" "quase hetero" "bi de balada" ou qualquer outra coisa que eu me auto rotulava no passado por medo. Nessa pandemia, depois de passar muito tempo sozinha comigo mesma, eu me peguei pensando em me envolver mais romanticamente com meninas. Fumei um beck, comecei a viajar e a epifania veio: eu tinha dúvidas pela minha sexualidade no passado, não porque eu era hetero e fiquei "curiosa", mas porque sempre fui bissexual, me reprimia muito e me forçava numa caixa que nunca coube em mim.
"Sou hetero tenho certeza disso"
Eu vim de uma familia cristã muito conservadora, e desde criança eu já não era uma menina que perfomava 100% a feminilidade... ao mesmo tempo que gostava de barbie, também gostava de hotwheels, bolinha de gude, CDZ e várias outras coisas que se diziam de meninos. Gostava muito de andar entre os meninos, mas ao mesmo tempo gostava muito de ballet... Porém, justamente por ser criada ouvindo de todos os lados que homossexualidade era doença e com medo de ser espancada pelo meu pai homofóbico, eu imbuti na minha cabeça que eu era hetero e não podia ser mais nada além daquilo.
"Sou hetero... né?"
O tempo passou e comecei a ter meu primeiro contato com a pornografia aos 11 anos de idade e eu só pesquisava por corpos femininos. Na verdade até tinha um pouco de dificuldade de me sentir atraída pelo corpo masculino nessa época. Ao mesmo tempo, comecei a performar mais masculinidade no ensino fundamental e minha mãe começou a perceber e começar a tentar me repreender, me comprava varias sapatilhas e vestidos, me perguntava incessantemente se eu não estava interessada em alguma amiguinha do colégio... eu ficava me perguntando o pq daquilo... já que eu era hetero, não era?
"Gosto de meninas e meninos, mas sou hetero"
Meus primeiros crushs adolescentes eram todos homens gays efeminados ou homens que não tinham a virilidade muito marcada/não perfomavam masculinidade e tinha traços mais delicados (isso é um padrão de atração meu até hoje). Até que aos 13 anos me apaixonei por uma menina que perfomava masculinidade. Quase ninguem sabia daquilo além de uma amiga minha... posteriormente minhas "paixonites" por meninas começaram a ficar mais recorrentes, mas deixava isso de lado, era só uma fantasia da minha cabeça... era mais confortável pra mim pensar assim... lembro de um diálogo com uma amiga minha "eu não experimento pq e se eu acabar gostando? O que eu faço?"
"Acho que sou hetero"
Dos 14 aos 17 anos, namorei dois meninos diferentes (em tempos diferente, rs), porém passei a considerar nesse meio tempo que talvez fosse legal beijar outras meninas também... não que eu não fosse hetero, mas só pra experimentar...
"Sou quase hetero"
Comecei a beijar meninas pela primeira vez durante a universidade, só para matar a curiosidade...
"Assim, hetero hetero msm eu não sou não"
Meus "beijos de festa" com meninas ficaram cada vez mais frequentes, mas tinha muito medo de desenrolar qualquer flerte ou relacionamento mais profundo... mas medo de que? Você não era hete... mas peraí, heteros não beijam pessoas do mesmo sexo, heteros não se atraem sexualmente por pessoas do mesmo sexo... eu sou bi? Não pode ser...
"Acho que sou bi"
Sinto falta me relacionar mais romanticamente com outras mulheres. Aliás, se a sociedade não tivesse todos esse preconceito e se eu nascesse numa família mais liberal, eu tenho certeza que eu já teria apresentado algumas namoradas pra minha família...
"CARALHO PUTA QUE PARIU EU SOU BI E AGORA PORRA"
É como eu me sinto nesse momento. Queria mostrar nesse relato que isso nunca e jamais foi uma escolha minha. Talvez possa ter sido uma escolha performar minha sexualidade na sociedade, mas o impulso sexual e romantico sempre esteve lá, nunca foi uma escolha. Se eu pudesse escolher, nunca teria atração em outras mulheres com a família que eu tenho. Meus amigos sempre me aceitaram, mas morro de medo da rejeição dos meus pais, principalmente do meu pai. Ainda tenho muito medo de tudo, principalmente de ser espancada por ele. Acho que vou demorar muitos anos antes de contar isso pra minha família. Enfim, eu me sinto feliz em ter finalmente me entendido, mas ao mesmo tempo chorei muito pq me toquei o quanto fui dura comigo mesma nesse tempo todo.
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2020.09.29 01:15 Enigma_Machine1 Minha namorada mentiu sobre seu isolamento social pra gente se ver, sendo que sou do grupo de risco

É isso.
Eu sou considerado do grupo de risco pra covid, mesmo sendo jovem, por já ter feito uma cirurgia quando bebê. Não tenho problema nenhum e nenhuma sequela hoje, sei que os médicos estão pecando pelo excesso ao falarem que faço parte desse grupo, mas o risco, mesmo sendo baixo, existe.
Por conta disso, só nos vemos depois de uns 12-15 em que cada um está na sua casa e sem sair, justamente pra averiguar se alguém apresenta sintomas da covid e, assim, não infectar o outro. Acontece que ela não mora sozinha e por vezes o pai precisa sair de casa (realmente pq não tem escolha), então também só nos vemos quando ambos estão dentro de casa depois desse período.
Isso significa que, em 6 meses, nos vimos poucas vezes. Eu sinto muita falta do nosso convívio, mas tenho noção de que passamos por uma situação sem precedentes em nossas vidas.
Hoje descobri que em algumas dessas ocasiões em que nos vimos, ela mentiu sobre ela ou pai estarem em casa pelo período correto de 12 a 15 dias. Bom, ninguém apresentou sintomas, mesmo na rua sei que ela e o pai tomam todas as medidas necessárias e só saem por pura necessidade. Eu também sei que, com as medidas, as chances de se infectar diminuem, mas não existe risco zero fora de casa, infelizmente. Quando nos vemos, vou sempre de carro e não passo por ninguém, é da minha garagem pra dela e vice-versa.
Estou extremamente chateado por ela ter me exposto ao risco de me infectar, mesmo sendo mínimo. Sinto que minha confiança foi traída. Eu sei que é impossível não mentir sobre nada nunca, mas acho que existe uma diferença entre uma mentira branca e outra com potencial de prejudicar a saúde de outrém. Agora ela me jogou em uma "guilty-trip" de a estar acusando de não ter sido/não estar sendo cuidadosa em relação à covid, pois combinamos de nos ver amanhã, me fazendo me sentir culpado por estar sendo "neurótico", nas palavras dela.

Edit com mais informações da situação, conforme respondi um usuário aqui na thread mesmo.
"Eu sei que ela não saiu pra dar rolê nem nada do tipo. Das vezes que ela ou o pai saíram, foi pra resolver questão de saúde/mercado/banco.
O nosso combinado era de se ver nos intervalos entre cada saída, respeitando esses período de uns 12 dias. Muito provavelmente o pai dela saiu e ela não me avisou, me fazendo visitar ela antes do combinado.
Ela também tem passado por um período bem tenso no trabalho dela, que é home office, exige muito dela, entrou em depressão. Nos afastamos um pouco por causa disso, pois eu só conseguia falar com ela durante o expediente dela, já que ela dormia logo em seguida do trabalho e só acordava no dia seguinte pra trabalhar de novo.
Eu sei que os riscos são mínimos, mas me chateou ela ter escondido isso de mim. Eu fico ainda mais chateado pois eu perdi meu próprio pai pra covid há alguns meses, então eu não consigo tratar essa doença sem uma seriedade extrema. Estou pecando pelo excesso, mas na minha posição, o que eu posso fazer?"

Edit 2: terminei com ela. Vou contar mais alguns fatos que foram tão surreais que tô sem reação.
Ela quis se justificar, alegando que não foi mentira, foi omissão, e são coisas diferentes. Tentei explicar que uma tecnicalidade dessas era irrelevante pro fato que me chateou. Ela também disse que, mesmo sendo omissão, como aquilo não me prejudicou, não tinha problema. Nisso, eu tentei explicar que isso também não retirava a responsabilidade dela, pois se não aconteceu nada comigo mesmo me expondo a um risco, ainda que mínimo, era um risco que eu não sabia que estava tomando. Expliquei que é fácil dizer que nada aconteceu depois do ocorrido.
Eu fico me perguntando, o que são normas de segurança perto desse pensamento brilhante? Desculpem o exemplo, mas o ônibus espacial Challenger explodiu no lançamento pq a Nasa considerou a falha no foguete um risco aceitável. Se não tivesse explodido, o risco teria desaparecido? Esse foi o pensamento da minha (agora ex) namorada. "Se não aconteceu nada, é pq não tinha perigo".
Ela me disse que uma omissão que não prejudica o outro é aceitável. Então eu pensei comigo mesmo: então, se eu a traísse e omitisse isso, seria aceitável? Afinal, ela não saberia nunca do ocorrido, então não teria como prejudicar ela.
Enfim, é isso. Surreal.
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2020.09.28 20:04 stella_maris_ Vou perder meu melhor amigo, talvez para sempre, e não sei como lidar

Conheci meu melhor amigo pela Internet em novembro do ano passado, em um chat do Instagram. Em fevereiro, começamos a conversar no particular quase todos os dias. Tenho muita dificuldade para me aproximar de pessoas e também não consigo me abrir completamente com facilidade. Mas ele sempre foi muito extrovertido e mantinha a conversa até eu me sentir mais confortável. Ele virou meu melhor amigo, apesar de eu nunca tê-lo conhecido em pessoa e provavelmente nunca vá. Em meados de julho, ele foi para um retiro vocacional (somos ambos católicos) e terminou com a namorada porque chegou à conclusão de que deveria ser um irmão religioso. Ele ainda ia cursar a faculdade (tinha acabado de entrar) antes de ir. Mas, em agosto, ele concluiu que o curso que ele tinha escolhido (negócios) não ia ser útil para ele se ele fosse religioso, então mudou para sair da faculdade em dezembro. No início do mês, ele foi para uma viagem e conheceu um seminário de um grupo (dentro do catolicismo) chamado Resistência com o qual ele se identificava. Ele decidiu sair da faculdade e entrar no seminário (agora, para ser padre, não irmão) dia 3 de outubro. Isso é, daqui a cinco dias. Chorei quando ele contou que estava indo embora. Ele é uma das poucas pessoas com quem eu ainda converso e me sinto à vontade para falar. Estou me sentindo egoísta por estar triste com a partida dele ao invés de feliz por ele ter achado a vocação. No seminário para onde ele vai, ele não vai ter acesso ao celular, então não vamos mais poder conversar. Pensei até em cartas, mas elas podem facilmente se perder no correio e podem custar bastante. Ele vai voltar uma semana no natal, uma semana na páscoa e um mês no verão, mas não sei se só no primeiro ano lá. Mesmo assim, se ele entrar mesmo e for ordenado, nunca mais vou poder falar com ele. Não sei como lidar com isso. Essa semana está sendo uma das piores, já que sei que falta pouco para ele ir e vou passar, no mínimo, três meses sem falar com ele depois de quase oito falando praticamente todos os dias. O que eu posso fazer?
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2020.09.28 15:08 pinolitz Como lidar com duas doenças graves na família?

Tudo começou a mais ou menos um ano, meu pai andava muito cansado e estava com algumas bolas no ombro direito. Foi ao médico e começou a fazer os exames para ver o porquê daquilo. Me lembro como se fosse hj, recebi o login e a senha pra entrar no site do laboratório pra ver o resultado da biópsia, passei muito tempo olhando para aquele e-mail, não tive coragem de abrir logo de cara. Quando tive a coragem lá estava. Linfoma não hodgkin com metástase, foi o dia mais triste da minha vida, fiquei desesperado, não sabia o que fazer, como contar para ele e para a minha mãe. Esperei que o médico contasse no dia da consulta. Estava desesperado, esperando o pior, que o médico falasse que não tinha mais jeito, estava escrito metástase lá no site (metástase é quando o câncer se espalha para outros órgãos, contaminando muitas vezes o corpo todo). Meus pais saíram do consultório, mas as notícias eram menos piores do que eu imaginava, tinha 85% de chances de cura, fiquei mais tranquilo, seria difícil mas teria muitas chances de dar certo, mas o pesadelo estava só começando. Parece que quando alguma coisa ruim acontece tudo conspira para outros coisas ruins acontecerem. Sou um cara de 23 anos, normal, trabalho, estudo, namorada. Minha família tem um comércio pequeno, desde que meu pai ficou doente fiquei responsável por cuidar desse comércio e estava muito difícil gerir as coisas. Com a pandemia acabou fudendo tudo, perdemos nossa única fonte de renda e está sendo difícil tratar meu pai. Mesmo o tratamento dele sendo pago pelo governo ainda tem outras dispesas como remédios e transporte pra fazer exames, alguns parentes nos ajudam mas está difícil conseguir pagar o básico das contas. Isso não é tão importante agora, mas minha namorada me largou e tive que deixar a faculdade que tanto batalhei pra conseguir passar pra poder ajudar a cuidar melhor do meu pai. Depois de tudo isso, em um belo dia acordei e fui ao banheiro urinar, chegando lá a urina simplesmente não saia, fiquei por uns 10 minutos entupido, não chamei minha mãe pra não colocar mais problemas na cabeça dela. Depois desses 10 minutos comecei a sangrar muito pelo pênis, perdi quase 1,5 litro de sangue até chegar num hospital a 50 km de onde moro que tinha um cirurgião urologista que pudesse me tratar. Passei duas semanas no hospital, fui diagnosticado com um problema na uretra que faz com que ela feche sozinha e isso meio que fez minha bexiga explodir. Tive que fazer uma cirurgia pra retirar uma parte da gengiva e refazer minha uretra, foi muito difícil. Fora a preocupação com meu pai, ainda tive que fingir que estava tudo bem enquanto passei duas semanas me recuperando da cirurgia no corredor do ambulatório do hospital sem poder ver ninguém, nem levantar, por conta da pandemia. Já fazem 3 meses que isso aconteceu e não me recuperei totalmente, ainda uso uma sonda que incomoda muito, o médico me proibiu de fazer qualquer coisa pois a cirurgia é muito delicada e qualquer movimento brusco pode estragar tudo. Não vou mais poder ter filhos por conta das complicações que tive. Minha mãe está segurando a barra sozinha cuidando de dois doentes, me sinto um inútil por não poder ajudar em nada. Queria fechar o olho e tudo isso simplesmente sumir, estou passando pelo inferno na terra e não posso fazer nada, só observar. Estou escrevendo isso pois depois de tudo o que aconteceu boa parte dos meus "amigos e família" desapareceram, não tenho ninguém pra desabafar. Minha única "diversão" é ficar na internet, pois uma vizinha de bom coração emprestou a senha do wifi.
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2020.09.28 08:02 Tit0v Quero bater no meu irmao neste exato momento

Estou escrevendo isso no meio desse ataque de raiva desculpe se escrevi errado algo e n corrigi.
É o seguinte eu reformei meu quarto para q minha cama ficasse em cima e em baixo dela um sofa, mas nunca imaginei q deitado na minha cama eu escutaria tudo oq acontece no andar de cima, e ai eu comecei a escutar barulhos de cama por causa de sexo isso me incomodou e isso acontece frequentemente e agr eu so durmo no sofa pq n consigo mais subir nessa merda de cama isso me estressa absurdo mas isso eu guardo para mim .
Hoje meu irmao bebeu, provavelmente esta bebado e ele esta com sua ex namorada, uma mulher escandalosa q n sabe e n tem ideia q esta na casa do pais dele, mesmo ja sendo alertada q ela n geme ela grita , mas enfim eu moro em um quintal com uns familiares e nesse exato momento dessa madrugada eles estao transando primeiro foi o barulho vindo do meu teto, dps fui pegar uma agua e o som parecia estar praticamente na porta ae falei não é possivel q eles estejam aqui ai ta ok ignoro soq a mulher ta FAZENDO UM ESCANDOLO E ELE AINDA TA DANDO TAPA NELA PQP (eles estao no amdar de cima numa arinha sendo q tem uma casa do lado e tem um bebe) eu to num odio eu odeio essa mulher escandalosa do caralho e agr sou obrigado a sentar na mesa e ter q escutar esses mizeraveis q n pagam uma porra de conta sequer tendo quase o dobro de idade minha fuder como se estivessem do meu lado, man isso ai ja perdeu o respeito ou qualquer outra coisa mds eu n aguento mais eu to com uma vontade grande de fazer algo mas n consigo, pq penso pqp ele vai ficar bolado ou ela vai realmente criar vergonha na cara e nunca querer pisar aqui novamente oq seria uma maravilha mas nesse exato momento pela 2738x a cama esta rangendo e eu estou me segurando no meu quarto neste domingo para nao entrar la e quebrar a cara dele e fds q ele ta bebado isso n da liberdade pa fazer oq bem entender vc n bebe e vira um pedofalo ne? Tnc velho eu n aguento.
Acredito q se essa mulher estivesse se controlando gemendo na moral estaria beleza, ia lidar com a merda do barulho da cama como tenho feito a um bom tempo mesmo ele ja sendo alertado,agr tem 3 gota de álcool e vira sexo ao ar livre público porra se vcs querem fazer isso vao a um lugar adequado mas q cacete eu nao quero ouvir como a merda do quintal n quer ouvir. Sinceramente n sei oq posso fazer se quebro esse animal se humilho essa mulher , sim eu sei q isso e radical e que to no calor do momento mas n da isso, eu sei q n é melhor fazer isso mas acontece q cacete eu n aguento mais isso eu so quero dormir e parece q criei super audição. Tenho certeza q essa garota vai ficar mal falada no quintal e ela vai se sentir péssima com isso, afinal é a familia dele q talvez ela tenha q encarar se namorarem dnv. To no puro odio mas consciente to quase acordando alguem e deixar eles agirem por mim, n sei como meus pais n levantam porra ate eu acordei e eu to no andar de baixo e eles q tão no quarto do lado com a porta aberta eles se fazem de sonsos n e possivel...
Eu vou é trancar minha porta para q quando esse desgracado descer eu n pule nele e cubra ele de porrada.
Nao consigo nem descontar mimha raiva n posso fazer um barulho se n minha vó q tem o quarto dela prox ao meu soq em casa diferente ja aparece preocupada e eu n quero q ela passe por isso.
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